Archive for julho, 2009

História Agradece: Estação Guanabara

Publico aqui vídeo do trabalho realizado em 2008 junto a antiga Estação Guanabara; a qual foi restaurada. Fica aqui o agradecimento e ainda destacando no primeiro vídeo os responsáveis por este feito.
O segundo vídeo é um belíssimo trabalho de composição de imagens do passado e de 2008.

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Curiosidades: Vista aérea de 1952

Clique sobre a imagem para ver com mais detalhes.

História Agradece: Centro de Memória UNICAMP (CMU) – Biblioteca "Prof. José Roberto do Amaral Lapa"

Justíssima homenagem ao prof. Amaral Lapa.

Convido à todos a conhecer a biblioteca.


Curiosidades: Casa de Portugal – Informativo de Julho de 2009

História Agradece: Centro de Memória UNICAMP (CMU)

A história somente pode agradecer a existência de um órgão deste tipo. Onde documentos históricos são armazenados e podem ser consultados. Exemplo disto encontrei um documento (processo judicial) de assassinato de meu avô materno ocorrido em 26 de outubro de 1928. Convido à todos a conhecerem o local.


Livros x História de Campinas: Um pouco da História de Campinas

De minha biblioteca particular. Livro (102 páginas) dos historiadores Odilon Nogueira de Matos e Maria Lúcia de Souza Rangel Ricci, publicado pela PUC Campinas, Campinas, 1985.



Personagem: Léa Ziggiatti (Léa Maselli Ziggiatti Monteiro)

Apresentando a extensa ficha abaixo; faço aqui minha homenagem a esta personagem da história de Campinas e que muito dignifica a cultura de nossa cidade.

Com 40 anos de magistério e pesquisa dentro da educação musical no Conservatório Carlos Gomes, de Campinas, criando um método próprio de Iniciação Musical Infantil e um trabalho inédito em arranjos e grupos rítmicos e musicais infantis. Associação da música com outras áreas artísticas, desde 1965, introduzindo as Artes Plásticas, a Dança e o Teatro, numa filosofia de globalização de ensino artístico para crianças.

Apresentou esse trabalho em palestra em Brasília, no Encontro Nacional de Educação Artística, em Londrina (Festival de Inverno), em Havana, Cuba, 1990.

Em maio de 2001, proferiu palestra “A Musicalização Infantil da Criança no III Milênio” na Escola Nacional de Belas Artes, na cidade do México.

Fundou, em 2003, o I MUSEU BRASILEIRO DE ARTE INFANTIL, que reúne trabalhos de ex-alunos que frequentaram as aulas de Artes Plásticas desde a década de 1960 e que hoje se projetam como artistas, arquitetos ou professores.

FORMAÇÃO PROFISSIONAL E ARTÍSTICA:

– Bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC – 1958)
– Formada em piano e flauta doce pelo Conservatório Musical Carlos Gomes de Campinas (1956-1960)
– Formada em Canto Orfeônico pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (1965)
– Diplomada em Pedagogia e Administração – Faculdade de Ouro Fino – Minas Gerais
– Diploma de Iniciação Musical para Professores – Conservatório Musical do Jardim América – S. Paulo
– Oficinas e cursos especiais de música e Arte na Pró-Música de São Paulo: curso Orff, curso Nicole Jeandot, curso de atualização dinâmica musical na UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) com Joachim Köelreutter- Introdução à Música Contemporânea. Cursos com Violetta Gainza (pedagoga Argentina, e Bernardete Zagonel) Música Contemporânea para crianças.
– Participação nos Congressos de Brasília, Londrina e Habana – Cuba, como palestrante, abordando temas de métodos contemporâneos de educação artística infantil. Participação no Congresso Internacional de PUERI CANTORES , realizado em Salzbourg, Áustria, comemorativo a Anton Bruckner (1996).

– Idealizadora do Congresso Regional Centro de Meninos Cantores do Brasil, realizado em Campinas, em 2000.

ATIVIDADES PROFISSIONAIS E ARTÍSTICAS

– Diretora do Conservatório Carlos Gomes de Campinas, desde 1962.
– Criadora dos cursos de Iniciação Artística Integrada, para crianças de 4 a 8 anos de idade, abrangendo áreas de música, dança, teatro, artes plásticas e técnicas circenses (desde 1965). Trabalhou como professora e coordenadora geral, regendo grupos infanto- juvenis.
– Fundadora da Orquestra Experimental do Conservatório, da qual foi regente de 1965 a 1985
– Fundadora da Orquestra Sinfônica Universitária, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Campinas, e que deu origem à atual Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, 1970
– Fundadora da Orquestra de Câmera do Conservatório, 1983
– Fundadora do Conjunto de Música antiga do Conservatório, 1968
– Fundadora do coral “Meninos Cantores de Campinas”, em 1991
– Criadora e regente das Bandinhas Gigantes do Conservatório, de 1965 a 2004.

ATIVIDADES CULTURAIS EM OUTRAS ÁREAS

– Jornalista e Cronista dos dois principais jornais de Campinas, até 1981.
– Cronista do Correio Popular, de Campinas até 2005.
– Autora de livros e peças infantis de teatro, com as quais foi premiada pelo Departamento Estadual de Teatro ( Gifredo, Anjinho das Reformas) – Rapunzel
– Adaptação do tema medieval, recebendo 8 troféus do Festival Estudantil de teatro de Tatuí, 1987
– APTC (Associação Profissional de Teatro de Campinas – Prêmio Revelação- Branca de Neve – adaptação para opereta (1996),com a qual participou da Abertura do Festival de Música do Conservatório de Tatuí.
– Prêmio Estímulo de Literatura Infantil da Secretaria Municipal de Cultura (1993) Auto das Estrelinhas de Belém.
– Prêmio Estímulo para gravação de música erudita, com o CD “CARLOS GOMES – ANO CEM”,com a participação do Quarteto DARCOS e da soprano Vera Pessagno;
– Prêmio Estímulo de Teatro Infantil (Clássicos em Guignol -1994; Romeu e Julieta em marionetes)
– Prêmio Estímulo de Teatro Infantil – Opereta Severino, o falso Rei, de Américo Donizetti (1996), com a participação dos Meninos Cantores de Campinas.
– No ano 2000, movimenta o Congresso de Meninos Cantores do Brasil, em Campinas, com encerramento na Sala SÃO PAULO, com 500 crianças do Brasil
– Cantam em conjunto com a Orquestra Sinfônica de Campinas peças de Ernani Aguiar, Carlos Gomes e Villa Lobos.
– Promove também a dança, envolvendo alunos, artistas e professores no musical Macunaíma, comemorando assim os quinhentos anos do descobrimento do Brasil.
– Em 2006, participa com o livro “TRILOGIA DA CIDADE AMADA” da seleção de obras literárias promovida pela Secretaria Municipal de Cultura e publica assim essa seleção de crônicas em que divulga sua produção, dividida em três livros: Campinas Poética, Campinas Artística e Campinas Política.
– Em 2007, funda, no Conservatório Carlos Gomes, ainda sob sua direção, a Ia. ESCOLA DE ÓPERA DO BRASIL, envolvendo jovens estudantes de canto e de coral na montagem da ópera “A FLAUTA MÁGICA”, que inaugura um novo congresso de Meninos Cantores de Campinas, em homenagem aos 80 anos de atividades artísticas do Conservatório. Essa ópera, feita com crianças e jovens de 7 a 22 anos de idade, foi o marco da Escola de ópera , que permanece até hoje e pretende montar “O GUARANI”, de Carlos Gomes, com o projeto de Marília Teixeira, já aprovado pelo Ministério da Cultura, ainda em 2009.

Livros x História de Campinas: Reminiscências Históricas – A "Minha" Academia

Com a publicação abaixo; faço minha homenagem à sra. Maria Conceição Arruda Toledo pela sua “garra” e conquistas junto a Academia Campinense de Letras em todos estes anos.

De minha biblioteca particular. Livro (36 páginas) da acadêmica Maria Conceição Arruda Toledo, publicado pela Editora Komedi, Campinas, 2009.

Outros detalhes sobre a publicação pode ser visto em: http://pro-memoria-de-campinas-sp.blogspot.com/2009/05/curiosidades-propagandas-de-um-passado.html



Abaixo temos um conjunto de fotos históricas, quanto a construção da sede própria da academia.

Personagem: Giuseppe Gianinni Pancetti (José Pancetti)

Pintor brasileiro, considerado um dos mestres da pintura brasileira contemporânea. Não se filiou a nenhuma escola; as paisagens litorâneas brasileiras são o seu tema comum, sendo famosas as suas marinhas. Também pintou retratos e auto-retratos.

Giuseppe Gianinni Pancetti (José Pancetti), nasceu em Campinas em 18 de junho de 1902 e faleceu no Rio de Janeiro em 10 de fevereiro de 1958; mas viveu alguns anos de sua infância na Itália (seus pais eram naturais da Toscana. Devido à imensa pobreza em que viviam seu pai o envia e sua irmã para Itália junto com um tio. Na Itália, com 17 anos, ingressa na Marinha Mercante Italiana.

Regressando ao Brasil em 1920, trabalhou nos mais variados ofícios, inclusive o de pintor de paredes. Serviu na Marinha Brasileira de 1922 a 1946, e foi o primeiro instrutor de seu quadro de pintores. Executou suas primeiras marinhas como cartões postais. Teve em 1932 um desenho publicado na imprensa pela primeira vez, no semanário A Noite Ilustrada.

No ano seguinte passou a frequentar o Núcleo Bernardelli, onde se reuniam artistas para trabalhar.

Participou desde 1932 do Salão Nacional de Belas Artes, do qual recebeu como prêmio uma viagem ao exterior em 1941 e medalha de ouro em 1948. Figurou na Bienal de Veneza de 1950.

Sua obra se divide em figuras, naturezas-mortas e paisagens; as que fez de Mangaratiba, no Rio de Janeiro, são com detalhes de cada canto de rua, casas com personagens e muito mar.

Suas marinhas são maravilhosas pela cor, textura e clima de poesia; é um pintor natural, que consegue captar tudo ao seu redor, com um colorido mágico.

CRONOLOGIA ARTÍSTICA


1933 – Frequenta o Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro.

1933/34/36/39/40/41/47/48 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (prêmio de Viagem ao Exterior, em 1941, já na Divisão Moderna deste Salão).

1945 – Primeira Individual, Instituto dos Arquitetos de São Paulo.

1946 – Individual, Galeria Itapetininga, São Paulo.

1946 – Individual, Galeria Montparnasse, Rio de Janeiro.

1950 – XXV Bienal de Veneza.

1951/55 – Bienais de São Paulo.

1952 – Coletiva “Um século de pintura brasileira”, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.

1952 – I e VII Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro.

1955 – Individual, MAM, Rio de Janeiro.

1957 – Exposição “Arte Moderna no Brasil” circulante por Argentina, Chile e Peru.

1962 – Retrospectiva, MAM, Rio de Janeiro.

1966 – Homenagem póstuma, sala especial na Bienal Nacional de Artes Plásticas, Salvador (BA).

1974 – Individual, Galeria de Arte Ipanema, São Paulo.

1977 – Exposição na Galeria Sérgio Milliet, Rio de Janeiro.

1979 – Publicação José Pancetti, por José Roberto Teixeira Leite.

1980 – Individual, Acervo Galeria de Arte, Rio de Janeiro.

1984/85 – Apresentação na Exposição “Tradição e Ruptura, Síntese de Arte e Cultura Brasileiras”, Fundação Bienal de São Paulo.

História Agradece: CCLA – VII Semana Nacional de Museus e IV Oficina de Museológica

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