Archive for fevereiro, 2009

Curiosidades: antigo Hotel Vitória

Em reportagem de 28 de dezembro de 2003, do jornalista Rogério Verzignasse mostra um pouco do grande hotel que cito acima.

Caso queira conhecer o processo de tombamento do edifício acesse:

Acima propaganda do hotel em 1950.

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Personagem: José Roberto Magalhães Teixeira, o "Grama"

Como homenagem ao ex-prefeito, recupero uma matéria publicada em 28 de fevereiro de 1997; um ano após a morte do mesmo (ocorrida em 29 de fevereiro de 1996).

Memória Fotográfica: Av. Júlio Mesquita (antiga rua Nova)

A citada avenida na década de 1920. Quando era a rua Nova.

A citada avenida em 2009.
É claro que não há necessidade de comentar as mudanças; pois são evidentes. Mas que na década 1920 era muita charmosa…..ah isto era. Não concorda?

Personagem: Coronel Rodolpho Pettená – Aniversário de falecimento

Neste 26 de fevereiro completa-se 2 anos sem o Cel. Pettená; valorosa pessoa que passou por Campinas e pelo mundo.

Texto escrito por José Eduardo Gagliardi Florence Teixeira

O Cel. Rodolpho Pettená nasceu no dia 21 de dezembro de 1927 na cidade de São José dos Campos (SP)e faleceu no dia 26 de fevereiro de 2007 entre 8:00hs. e 9:00 hs. em Campinas (SP). Foi sepultado no dia 27 de fevereiro de 2007 no cemitério Flamboyant.

Coloco aqui algumas passagens que recordo do Cel. Pettená. Mais ligada à música lírica e que foi um grande entusiasta.

Entre os anos de 1971/72 foi encenada a ópera La Traviatta no Teatro Castro Mendes com a Niza Tank, Alcides Acosta, outros e com regência do maestro Diogo Pacheco. Foi um retumbante sucesso e a partir deste espetáculo surgiu um movimento entre os cantores líricos que foi denominado Scala tendo o Cel. Pettená como presidente e a Niza Tank como diretora artística.

Através do Scala o Pettená fez inúmeras excursões para assistir óperas nos Municipais de S.Paulo e Rio. A primeira no Municipal de SP foi Lakme 1972 e em 1973 Lucia Di Lammermor ambas com a Niza Tank.

Também realizou diversas vezes para o Rio ficando os excursionistas hospedados no Círculo Militar do Rio. Desta ocasião recordo Rigoletto no Municipal do Rio com a Niza Tank.

No ano de 1973 o Cel. Pettená fazia parte da Comissão da Semana de Carlos Gomes do Estado de São Paulo e nos salões do Círculo Militar teve duas Cortinas Líricas Colombo e Fosca. Neste mesmo ano também foi apresentado no Círculo a Cortina Lírica de Lúcia.

Foi o Cel. Pettená que fundou o Círculo Militar e foi seu presidente em diversas oportunidades.Também de sua autoria a construção da Capela da Escola de Cadetes.
Marcaram época as festas juninas, do folclore, campeonatos de natação além dos tradicionais e disputados bailes de carnaval com os salões ricamente ornamentados.

Foi ele quem redescobriu a Caverna do Diabo na cidade de Eldorado (SP). Fazia constantes excursões para a Caverna. Ficou famoso o apito que o Cel. usava para chamar os excursionistas.

Existe um livro (esgotado) intitulado “Pettená Cidadão do Mundo”.

Em um momento que a Ponte Preta passava por mais uma grave crise financeira ele ficou presidente do clube e trabalhou com braço de ferro para sanar as contas e o próprio time de futebol. É obra dele a inclusão da Ponte Preta no Campeonato Nacional; sendo convidada a participar como o primeiro time do interior do Brasil.

Para poder participar do referido campeonato era necessário ter um excelente sistema de iluminação para poder inclusive a TV transmitir ao vivo as partidas noturnas. E saiu a luta e conseguiu inaugurar um moderno sistema de iluminação.

Quando o Teatro Municipal C. Gomes foi demolido em 1965 ela conseguiu junto a Prefeitura de Campinas que doasse, em comodato, alguns lustres do teatro para o salão de festas do Círculo Militar e Escola de Cadetes.

Acompanhou a delegação do Teatro Municipal de SP com o Maestro Belardi, Niza Tank etc para as apresentações de O Guarani no Teatro San Carlo de Nápoles e em outro ano no Teatro Máximo de Palermo.

Faço aqui minha homenagem à esta grande pessoa. Pois o que fez; o fez com garra e paixão.

Acima foto do mesmo quando ainda era militar. E abaixo no final da vida com o boné de uma de suas paixões; a A. A. Ponte Preta da qual foi presidente.

Pela sua importância na vida social; veja alguns exemplos de anúncio de seu falecimento.


A seguir; momentos na vida do Cel. Pettená.




Curiosidades: O carnaval em Campinas

Curiosidades: Baile de Gala do Tênis Clube de Campinas

História triste com a personagem acima, Mauro Rosas, em um dos desfiles de rua no Rio, acabou caindo de um carro onde estava desfilando e vindo a falecer em função da queda.

Efeméride: Inauguração da Vila Boa Vista – 40 anos

Neste 25 de fevereiro publico este evento.


A Vila Boa Vista em 2009.

Curiosidades: Carnaval chique do Restaurante Armorial em 1957

Do esplêndido livro (50 Anos de Sociedade Campineira 1951 – 2000) de Alexandre “Alex” Nucci retiro e publico o material abaixo. Os comentários são também de Alex Nucci. Fotos são de Gilberto De Biasi e João Balan.



Curiosidades: O Carnaval relatado por Célia Siqueira Farjallat

Curiosidades: O Carnaval relatado por José de Castro Mendes

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