Archive for março, 2008

Memória Fotográfica: Ontem (1968); Hoje (2008)

O cruzamento da rua Major Sólon e av. Orosimbo Maia, em dois momentos na história; separados por exatos 40 anos.

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Curiosidades: Partitura de Sant’Anna Gomes

Veja material publicado em 1879; partitura do maestro Sant’Anna Gomes em homenagem ao seu irmão Carlos Gomes.

Curiosidades: Esporte Clube Mogiana

Excelente reportagem do competente Rogério Verzignasse junto ao colecionador do E. C. Mogiana.

Livros x História de Campinas – História de Campinas através da Hemeroteca João Falchi Trinca

De minha biblioteca particular. Livro (165 páginas) dos autores Alexandra G. B. Soares, Maria Alice Giannoni, Maria Beatriz S. Camargo e coordenado por Rosaelena Scarpeline, publicado pela UNICAMP e Centro de Memória da UNICAMP (CMU), Campinas, 1997.

Faço aqui a homenagem aos produtores do livro, assim bem como o maior hemeroteca que Campinas teve, até o momento, João Falchi Trinca.




Memória Escrita: Ferroviário de 105 anos em 1995

O material foi enviado por Artur Silva; sendo este guardado há anos pela sra. Geni Rotta de Lima, esposa de um antigo ferroviário, sr. Edgar C de Lima.

Curiosidades: Autógrafo de Leopoldo Amaral

Capa interna do livro, publicado em 1905, de Francisco Quirino dos Santos (o Dr. Quirino da rua com este nome) onde aparece a assinatura do grande memorialista campinaeiro, Leopoldo Amaral e como aponta a data; isto em 14 de junho de 1930.

Curiosidades: Os mais antigos cinemas

Reproduzo aqui, como forma de homenagem ao grande historiador campineiro José de Castro Mendes, material de seu livro Efemérides Campineira de 1963.

Livros x História de Campinas: Os atletas Campineiros que foram Olímpicos

Faço aqui a minha homenagem a este grande desportista que Campinas teve, Walter Bellenzani.

De minha biblioteca particular. Livro (173 páginas) do desportista, jornalista, Walter Bellenzani, publicado pela R. Vieira Gráfica e Editora, Campinas, 2001.

Curiosidades: Jockey Club Campineiro

O edifício em 1930.

Nos dias atuais.

Um dos mais belos patrimônios históricos e culturais de Campinas, o prédio do Jockey Club Campineiro é preservado por decisão do Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc), desde dezembro de 1994. Segundo descrição do processo de tombamento, “o prédio foi construído em 1925, em estilo eclético, com características art nouveau e elementos neo-renascentistas, como era de gosto na época”. Patrimônio cultural que se ergue imponente na Praça Antônio Pompêo, a poucos metros do marco zero da cidade.

Localizado na Praça Antonio Pompeo, 39, no Centro, ele conta com uma área de 1.371,80 metros quadrados, divididos em três pavimentos.


A história do Jockey Club Campineiro é indissociável das corridas de cavalos, que tiveram seus primeiros registros em torno de 1877, quando parelhas de cavalos corriam pelo local onde seria a Avenida Andrade Neves, próximo à estação de trens (o que facilitava o transporte de cavalos de São Paulo que vinham correr) e a botecos de prostituição.

Segundo descrição da Gazeta de Campinas, comemorativa dos 50 anos do Jockey Club, “a raia consistia em dois caminhos paralelos, (…) tendo nos lados botequins fechados e folhagens, uma ou outra arquibancada para famílias, coisa tosca e ligeira. O aspecto durante as corridas, quando sempre às tardes, era de festivo arraial. O povo corria pressuroso às festas”.

Diante de tanto entusiasmo, não demorou para que figuras ilustres da época – e nomes de rua de hoje – se mobilizassem para a criação do Hipódromo do Bonfim. Joaquim Ferreira Penteado doou os terrenos, Joaquim de Paula Souza defendia a criação nos jornais, Francisco José de Camargo Andrade oferecia sua fazenda para as reuniões e se tornaria um dos fundadores do hipódromo, juntamente com Francisco de Camargo Penteado.

Antonio Egydio de Souza Aranha seria o fundador do Jockey Club de Campinas.No dia 1º de setembro de 1878, Luís Antonio de Pontes Barbosa era eleito o primeiro presidente do Clube de Corridas, tendo sido sucedido por pessoas ilustres como Manuel Ferraz de Campos Salles.

A inauguração do primeiro hipódromo da cidade foi assistida por seis mil pessoas, numa grande festa que reuniu a nata da sociedade campineira, no dia 29 de setembro do mesmo ano.

Uma grande lacuna aconteceu no turfe campineiro depois de 1889, com a epidemia de febre amarela. O ressurgimento aconteceria somente em 1927.

Em 1929, construiu-se o prédio histórico que abrigaria o Clube Campineiro.Em 1957, o Jockey Club funde-se ao Clube Campineiro, tornando-se uma única instituição dividida entre a parte de eventos sociais e o turfe.

Em 1968, inaugura-se o Hipódromo Boa Vista, na região Oeste de Campinas, destinado inicialmente ao treinamento de animais.

No início da década de 60, o presidente Jânio Quadros proibiu a realização de duas corridas no mesmo dia. O Jockey Campineiro começou a fazer corridas alternativas aos circuitos do Rio de Janeiro.

Em 1974, o general Emílio Garrastazu Médici, apaixonado por cavalos, liberou as corridas e o Hipódromo Cidade Jardim, na capital, voltou a ter páreos todos os dias, esvaziando as corridas em Campinas.

No dia 8 de maio de 1974, foi realizado o último páreo campineiro.

Em 22 de dezembro de 1994, o sobrado do Jockey Club Campineiro foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc).

Memória Fotográfica: Asilo das órfãs e região

Foto de 1945; no plano posterior, o prédio do Asilo de Órfãs (hoje já não tem mais tal função), anexo à Capela; tendo à frente quatro palmeiras e frondoso arvoredo, onde ficava o pomar, hoje, o Paço Municipal da prefeitura da cidade, ao lado da antiga Escola Normal. Ao alto; toda a região que aparece que na foto; nesta data está toda povoada por edifícios e residências.

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