Curiosidades: Fazenda Pau D’Alho

Matéria veiculada no jornal Folha de São Paulo, do jornalista Ricardo Ditchun, em 13 de outubro de 1991.


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7 Comentários »

  1. Anonymous Said:

    Fazenda Pau d’Aho: a parte-nova alta foi obra de Ramos de Azevedo. Com o evento “Casa Cor”, infelizmente, a casa foi completamente reformada e não restaurada, perdendo sobremaneira seu valor histórico, como descrito por Mello Pupo e nem teve tombamento pelo Patrimônio Histórico. Não abriga nenhum móvel de época atuamente. Fazenda voltada exclusivamente para eventos, explorada comercialmente.

  2. Agradeço a informação. Estou colocando o artigo em “Curiosidades” e retirando de “História Agradece”.

  3. Anonymous Said:

    No ano de 2004, a Fazenda Pau d’Alho foi reformada para abrigar a “Casa Cor”, tendo sido na ocasião colocados ao rés do chão do terraço da casa, dois brasões estilizados da Família Aranha, com alterações não condizentes com a heráldica e sem autorização da família, que foi proprietária da fazenda por vários anos.

  4. Anonymous Said:

    Embora seja propagado pela firma atual o Barão de Anhumas como tendo vivido na fazenda, não é correto, pois residia no centro de Campinas, na então rua do Rosário. O Barão de Anhumas passava temporadas na fazenda não só como lazer, mas principalmente para gerir os negócios da propriedade durante os 9 anos em que dela foi o dono.

  5. Anonymous Said:

    A Baronesa de Anhumas, Blandina Augusta de Queiroz Aranha (do ramo Pereira de Queiroz de Jundiai) foi proprietária da fazenda por 43 anos, passando por seu falecimento em 1928, por herança, à filha Ana Blandina de Queiroz Aranha de Arruda Botelho, nora dos Condes do Pinhal, que enfrentou graves crises, notadamente a crise mundial de 1929.

  6. Anonymous Said:

    Em 1932, e depois em 1942, com o falecimento de seus pais, José Estanislau de Arruda Botelho e Ana Blandina de Queiroz Aranha, e ainda com o de sua irmã Maria de Lourdes Aranha de Arruda Botelho, a fazenda foi herdada pela filha Renata Cecília de Arruda Botelho Sanchez, casada com Antônio Maria Justo Moneva Sanchez, com residência no Rio de Janeiro, (sendo pais de José de Arruda Botelho Sanchez, o Jica, e de Marina de Arruda Botelho Sanchez).

    E, em 1944, Renata Cecília de Arruda Botelho Sanchez resolveu vendê-la a um de seus primos, Manoel Carlos Aranha, neto (Carlito Aranha), que era já proprietário da Fazenda Rio da Prata por herança do pai, o dr. Luís Augusto de Queirós Aranha e à qual sempre se dedicou.

    No ano de 1948, Carlito Aranha, casado a vendeu para a família Dutilh, de imigrantes holandeses com interesse de se estabelecerem no meio rural.

  7. Anonymous Said:

    O Barão de Anhumas morava na Rua do Rosário, na região central de Campinas, quando se mudou para São Paulo, por ocasião da epidemia de febre amarela que acometeu Campinas. Gostariamos de ver publicada a foto de sua residência, se possível, pois temos muito interesse, desde já agradecendo a atenção.


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